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MEGGA

| 10 comentários | sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
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Antes de mais nada, deixem-me referenciar que Megga Fofo retirou o "Fofo" do nome, agora é apenas Megga (é mais sério, segundo ele). Após o álbum "Depois de Tudo", o rapper da produtora So Much More prepara-se para vender o seu segundo álbum.

Fiquem com as músicas promocionais.

One

Eu Sou o Megga - Usaupload - Mediafire

Ilha Deserta (Com Lawilca) - Usaupload - Mediafire

ROLD P

| 1 comentários | terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
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Rold P é um rapper moçambicano, residente em Maputo e que lançou o seu single intitulado "Rascunho", o primeiro agenciado pela Wagaya. As músicas foram produzidas por L Singa, Scadmadmix e Mane.
01. intro (wagaya)
02. A caminho da facul (Com Yara)
Usaupload Mediafire
03. Se as mordomias forem-se (Com Thokoza)
Usaupload Mediafire
04. O paraíso (Com Yara)
Usaupload Mediafire
05. Nosso aniversário (Com Fkey & Yara)
Usaupload Mediafire
06. Um esboço de verdades
Usaupload Mediafire





MAIS LIL JORGE

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Têm disponível para download mais músicas do single promocional do Lil Jorge t.c.c. "O Presidente do São Paulo". O álbum Jorgemorfose deve sair às ruas ainda este ano.


Bom proveito

Som para o meu povo

Bom dia (Com Eliei)

A verdade (Com Eliei)

Xan-tan-Suhu

BALA NA AGULHA

| 0 comentários | sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
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Nações Diversas (criadores da Rap Dilla) é um grupo de rap formado em 2005 por XL, Difamous Black e Smokey. Desde 2005, data em que foi também lançado o EP “Primeiramente” por XL e Difamous Black, este grupo já participou em inúmeros eventos e projectos como Arrastão verbal de Dj Núcleo em "a boca tá tomada", A hora da verdade de Del Tó em “nada sei”, Simbiose de Projecto simbiose em “o quê que estás a fazer” e outros mais. Mas neste momento Nações Diversas encontra-se a finalizar a sua Mixtape intitulada Bala na Agulha que estará nas ruas em meados de Março deste ano.

Fiquem com a track promocional logo abaixo.

Dilla Love

O QUE ACHOU DO LIVRO "APRENDA A ORGANIZAR UM SHOW"?

| 0 comentários |
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O livro "Aprenda A Organizar Um Show" de Alê Barreto foi publicado pela última vez em 2 de Fevereiro de 2009 e nós gostariamos de saber o nível de satisfação do pessoal, logo, foi aberta uma sondagem para saber o que vocês acharam do livro.

Para quem não teve a oportunidade de baixar, voltamos a publica-lo para poder dar a sua opinião.

Esperamos pela vossa colaboração.

Aprenda A Organizar Um Show

FLAGELO URBANO

| 10 comentários | quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
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Flagelo Urbano está a trabalhar no seu primeiro álbum que vai se chamar "O Ermo”, mas antes da sua saída, estará nas ruas um projecto intitulado “Reunir” e que visa homenagear aquela que um dia foi uma das figuras mais influentes da musica angolana, falo de Teta Lando.

Deixo aqui alguns sons para vocês apreciarem.

Abraços


Estado de Emergência (Com Guilhotina Verbal)
Usaupload Mediafire

Apenas Ser
Usaupload Mediafire

Muda a Cara da Tua Cara
Usaupload Mediafire

Música Alternativa
Usaupload Mediafire

Quando o Inverno Chegar
Usaupload Mediafire

CORRE E AVISA

| 0 comentários | domingo, 15 de fevereiro de 2009
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A mais nova criação musical do rapper Azagaia denomina-se "Corre e avisa" e é dedicada, em primeira instância, a Cidade da Beira (pela sua garra) e ao Eng. Daviz Simango, Presidente re-eleito naquele município. Trata-se do reconhecimento do bom trabalho desempenhado pelo referido edil, como também pelo anterior edil do município de Maputo, o Eneas Comiche.

Azagaia - Corre e Avisa

GPRO MIXTAPE BREVEMENTE

| 0 comentários |
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A mixtape da GPRO está aí a caminho, já não deve faltar muito. De realçar que este projecto foi uma iniciativa da Gpro e teve a colaboração de Labels, produtores e Mcs moçambicanos, que gentilmente cederam os seus beats e vozes.

O CD terá 19 faixas (4 skits e 15 músicas), e reúne contribuições de 28 MC's da praça moçambicana (dentre os quais 3 novos talentos).

Mas enquanto a mixtape não chega, fiquem com mais um som.

Kara Kelly - Outro

OS NOSSOS RAPPERS PROFESSORES

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Brothers and sisters, o meu mano Soba L, do blog http://www.sobalismo.blogspot.com/, a tempos atrás postou uma cena que eu achei muito interessante, pedi a sua autorização e ele permitiu que eu espalhasse a cena por aqui.

Este texto foi escrito por ele, Lenny ou Soba L, como é conhecido, logo tudo o que está escrito é da sua inteira responsabilidade (ele assume o barulho... hehehehe). Boa leitura


A arte é uma manifestação externa de ordem estética, que no seu sentido estrito reflecte sempre a técnica, habilidade e acima de tudo a beleza. Normalmente, coloca-se a questão, de saber quando é que uma obra discográfica atinge o estatuto de uma obra de arte. Entre várias convergências e divergências, eu considero que a beleza e a complexidade, são os pressupostos essências pra que uma obra discográfica seja considerada uma obra de arte.

Um dos elementos importante, é o facto de uma obra de arte, refletir sempre a personalidade, genialidade, sentimentos, visões e opiniões do autor que as produziu. Entretanto, quando nos deparamos com uma obra discográfica, estamos perante uma espécie de radiografia do autor que a produziu, independentemente do género musical.

Os Rappers são do meu ponto de vista, uma espécie de verdadeiros professores “informais” pois o Hip Hop é uma manifestação cultural, que nasceu num contexto bastante complicado, tendo a difícil missão de emancipar, orientar, opinar, projectar e criticar o “status quo” daqueles que sempre viveram e vivem a margem das sociedades. E quando esses mesmos indivíduos já se encontram integrados na sociedade, a função continua a mesma, pois a luta é permanente, porque os problemas são eternos.

Os Rappers são verdadeiros professores, porque não é qualquer género musical que consiga ter um impacto tão forte na impulsão das mutações sócias. É preciso muita habilidade e perícia para fazer do microfone uma luz para o mundo obscuro em que se encontram milhares de marginalizados. Isolados intelectualmente e materialmente.

Em algumas sociedades, o Hip Hop, tem conseguido cumprir a sua missão e consequentemente tem provocado algumas reformas e mudanças substâncias dos problemas abordados nestas manifestações culturais. Mudanças espirituais, mudanças de mentalidade e nalguns casos mudanças materiais.

Entretanto, tenho notado, que na nossa sociedade angolana, os Rappers têm sido bastante desvalorizados e relegados para o segundo plano. Os rappers em Angola têm sido muito pouco explorados. E as suas missões de “Universal mind control” tem sido bastante condicionadas.

Sinto que os álbuns são muito mal explorados, desperdício esse, fortemente incentivado pela ausência de uma maior cultura e educação musical, por parte dos consumidores de música em Angola. Raramente se faz a distinção entre o principal e o acessório.

Rappers professores Lusófonos como:

Keita mayanda, Kool Klever, Leonardo wawuti, Flagelo Urbano, Bob da rage sense, Mc K, Valete, Mv Bill, Azagaia, Dealema, Gpro, Racionais e muito mais. Fazem um trabalho árduo para emancipar as mentes, daqueles que lhes ouvem, não no sentido de dar lições acabadas de vidas. Mas antes como tópicos de debates para ulteriores aprofundamentos.

Eu sinto, e falo com conhecimento de causa, que a mensagem desses Rappers Professores, têm sido vítima, de uma rede de prostituição e banalização musical, que faz com que não se capte o essencial ou seja a mensagem real não tem sido captada.

Os álbuns desses rappers professores, são como os livros, cuja função e missão resume-se essencialmente em 2 palavras: INFORMAR & TRANSFORMAR.


Quando alguém ouve um álbum desses rappers professores e não consegue informar-se, nem transformar-se, é porque houve erro nos processos de captação e interpretação.

É Simples, quando gostamos de uma obra literária, de um qualquer escritor, a primeira coisa é captar a mensagem dessa obra e consequentemente a ideologia do respectivo autor.Portanto, quando alguém gosta de Cheik anta diop, é sinónimo de que aprendeu lições sobre a negritude.

Quando alguém gosta de Noam Chomsky, é sinónimo de que aprendeu lições anti-capitalistas.

Quando alguém gosta de Botelho de Vasconcelos, é sinónimo de que aprendeu lições sobre reformas literárias e etc, assim respectivamente.

É isso que deve acontecer com as obras discográficas desses rappers professores, que por sua vez são obras ricas em conteúdo, com temáticas diversas, mas que são vítimas, da mais feroz máquina de prostituição musical.

Como é possível alguém dizer-me que gosta das músicas do Keita mayanda e não saber o que significa arte ou música … ?

Como é possível, alguém dizer-me que gosta das músicas do Bob da rage sense e não saber o que significa socialismo ou marxismo …?

Como é possível, alguém dizer-me que gosta das músicas do Valete e ao mesmo tempo dizer-me, que não sabe o que é o Liberalismo ou capitalismo …?

Como é possível, alguém dizer-me que gosta das músicas do Mv Bill ou Flagelo Urbano e não saber o que significa Segregação social …?

Tal acontece, porque as mensagens desses rappers professores, não são captadas na sua essência. Há uma incapacidade evidente em decifrar e absolver o conteúdo.

É bem verdade, que não são apenas essas as únicas linhas caracterizadoras desses rappers professores, mas são as linhas básicas e essenciais que identificam as suas obras discográficas.

Eu diariamente confronto-me, com situações do género, dia a pós dia, sempre a mesma coisa. Eu até defendo que os álbuns deveriam vir com “legendas” acho que seria mais viável, porque a situação é muito preocupante.

O Rap em Angola, está a ser muito mal consumido. Vê-se claramente que as mensagens não estão a ser compreendidas e absolvidas.

Por isso eu defendo que os nossos Rappers Professores, sempre que puderem, devem equilibrar os espectáculos e shows, com palestras, textos e artigos.


Porque Fazendo um diagnóstico a olho nu, aos consumidores de Rap em Angola, vê-se claramente que os Rappers deviam apostar mais em palestras ou noutras formas de consolidação das suas mensagens, do que em shows constantes, isto é, para aqueles rappers professores, cujo fim último é passar a mensagem e emancipar mentes.


Palestras em formas de espectáculo musical, onde cada tema musical, seria desbravado em forma de tese com a devida interacção dos ouvintes.

Há tempos tive acesso, a uma petição “informal” que reunia assinaturas para que o mano Azagaia, viesse para Angola, realizar espectáculos. Azagaia é para mim um dos liricistas mais coerente nos PALOPs, com um conteúdo musical muito político e profundo.

Logo isso revela, que ele o Azagaia, deve ser um excelente analista político, e com muita mensagem, pensamentos e ensinamentos para transmitir. Logo se eu tivesse condições pra tal, em vez de um show, eu patrocinaria uma palestra, do Azagaia em Angola.

Onde ele teria a oportunidade de dissertar em forma de tese, temas como “as mentiras” as “verdades” e a sua célebre teoria do proteccionismo da nossa economia. Três horas de palestras, seriam muito mais produtivas que três horas de espectáculo com buffet, bar aberto e etc.

Por isso rappers como “Krs One”, têm tido mais palestras do que espectáculos, pois ele percebeu que o conteúdo da sua música, deve ser passado e consolidado não só com espectáculos, que também são importantes, mais com palestras sistemáticas. Falando não só do Hip Hop, como também dos seus temas musicais.

Mais isso tudo, tem haver, com a forma como cada um olha para música. Nem todos nós vemos a música da mesma forma, assim como procuramos coisas diferentes na música. Eu quando oiço um álbum, tendo sempre informar-me e transformar-se, pois a aprendizagem é um processo interminável. E devemos sempre ter a humildade de aprender

Tenho vários amigos que adoram o “Kid Mc”, em varias partes da Cidade, e proclamam sempre aos 7 ventos, Kid Mc é o melhor rapper do momento e muito mais. “O underground está de volta”, um entusiasmo muito grande. Mas depois eu pergunto…! (E o que foi que aprendeste ou captaste no álbum para chegares a esse conclusão? qual é a tese que te comoveu? o que significa, o regresso do underground?) e a resposta é sempre a mesma…! «Silêncio» absoluto. O Kid Mc é bom Mc, sem sombras de dúvida, mas infelizmente alguns dos seus fãs também não conseguem captar a mensagem.

Tipo alguém, meter-se aos gritos, e dizer: Dan Brown é o melhor escritor do momento! É o meu escritor favorito! Adoro os seus temas! Mais ao mesmo tempo não saber nada do cristianismo e do Direito canónico. São coisas muito grave, porque essa é a essência da dissertação do Dan Brown.

Em Luanda, tudo é alvo da prostituição, absolutamente tudo, nada escapa a essa rede feroz. Tudo vira moda, e esquecemos o essencial. Que é aprofundar as coisas…!

Agora é uma missão quase impossível, encontrar pessoas com quem trocar impressões sobre música, futebol, literatura de uma maneira profunda, sistemática, consciente e lógica. Essa prostituição material deixou várias pessoas altamente superficiais. Um comodismo terrível, uma inércia gritante. Mais já alguém dizia: É a vida… Por isso não vamos perder tempo.

Mais no entanto o tempo para cultivarmo-nos é agora. “one day never comes” “the time is now” vamos ler manos, vamos aprofundar as cenas que gostamos ate á exaustão. Vamos explorar mais as mensagens dos rappers. Eles têm muito para nos ensinar.

Porque quando mais lemos, mais hábeis nos tornarmos, e logo ganhamos uma capacidade terrível de interpretar e compreender as mensagens musicais. O Conhecimento é um ofício de aprendizagem constante. “a saga nunca para” mas o tempo sim, esse para…!

Para depois evitar coisas do género, “dizer que amas o futebol e não saberes a diferença entre Fifa e Uefa”, ou “a diferença entre transição e compressão”. Coisas básicas do futebol. Ou Dizer que “amas o Rap mais não saberes a diferença entre exclusão social e desigualdade social”. São coisas básicas do Rap.

Os Rappers Professores falam sobre isso, constantemente, mas as pessoas andam distraídas, com outras cenas nos álbuns. E nunca captam essas mensagens.
Resumir um álbum de 20 faixas com palavras do género: epah, ya curti a cena, gostei da faixa 6,e a 11 onde ele fechou o fulano. É tudo… hehehehehe

Eu não sou moralista, muito menos perfeito, também tenho várias imperfeições, mas felizmente já sei distinguir o alho do bugalho. Manos tentam respeitar esses rappers e aprendam mais com eles, porque mais tarde ou mais cedo será tarde de mais.


Faço Apelos:

1º Aos Rappers Professores para continuarem firmes e quando possível, optarem por outras formas complementares de consolidarem as suas mensagens. Blogues, textos, artigos, palestras e etc.

2º Aos Blogues de Hip Hop em Angola, para trabalharem mais na educação musical dos consumidores de música rap, ao postarem as músicas para “download”, tentem sempre explicar os processos dessa música, o conteúdo, a qualidade, do ponto de vista do postador. Fazerem mais artigos sobre os temas relacionados com a própria música Rap. Um exemplo é o blogue do Valete, onde ele tenta sempre educar e transmitir alguns conhecimentos aos seus fãs, com temas sociais ligados ao Hip Hop.

Deixem de ser alunos inábeis e tentem aprender mais com esses rappers professores…!

Porque afinal de contas, o Hip Hop é uma das culturas mais ricas que já apareceram. Reúne diferentes manifestações artísticas que traduzem a indignação, o sofrimento e o desejo de um futuro melhor. É um importante agente de transformação resgatando a história não oficial dos movimentos e lutas. É um aliado na educação da juventude que encontra nesta cultura aquilo que deveria aprender na escola.
Muitos dirão, isso tudo não passa de Utopias… Mas o que seria do mundo se não fossem as utopias…
Lenny aka Soba L
Jurista
Geração D´ouro Do Xangongo

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10 anos de hip hop e Viriz decidiu comemorar com uma música... Foram 100 barras bem cuspidas, um aquecimento para o álbum 360º que está aí a caminho. A cena está altamente, baixem e comentem sempre...

Valete - 10 anos (Mediafire)
Valete - 10 anos (Usaupload)

PROMOVER NOVOS ARTISTAS

| 0 comentários | sábado, 14 de fevereiro de 2009
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Pela primeira vez este ano, estamos a postar os sons que nos foram enviando desde o início do ano por artistas novos e/ou desconhecidos. Continuem a enviar as vossas cenas para o lusohiphop@hotmail.com e assim estarão a divulgar as vossas cenas.


One


Magma (Mediafire)
Guerreiros do Underground
A Todos Que... (Com Ananias Muenho)
Desperta

Magma (Usaupload)
Guerreiros do Underground
A Todos Que... (Com Ananias Muenho)
Desperta


Tocubano (Mediafire)
Nacionalité (Com Siminime Moyo)
Que Juventude (Com Good Mounth)

Tocubano (Usaupload)
Nacionalité (Com Siminime Moyo)
Que Juventude (Com Good Mounth)



Analógicos (Mediafire)
Gueto (Ft Jang Nomada (Mediafire)
Speed Life (Mediafire)

Analógicos (Usaupload)
Gueto (Ft Jang Nomada)
Speed Life


Hectoplasma (Mediafire)
Aviso
Mensagem do outro mundo


Hectoplasma (Usaupload)
Aviso
Mensagem do outro mundo

Kampuzana (Mediafire)
Kampuzana (Usaupload)

Beato ninjas - Controversias (Mediafire)
Beato ninjas - Controversias (Usaupload)

T-Mob - Deusa da minha vida (Mediafire)
T-Mob - Deusa da minha vida (Usaupload)

T.h, Lil Joe e Shandinho - Real Track (Mediafire)
T.h, Lil Joe e Shandinho - Real Track (Usaupload)

Sniper - Nossas Ruas (Com Tunes) (Mediafire)
Sniper - Nossas Ruas (Com Tunes) (Usaupload)

SANDOCAN

| 2 comentários | sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
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MIXTAPE K.O. - BREVEMENTE

| 0 comentários | terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
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Não me vou pronunciar, acho que o flyer acima diz tudo. Força aí Kalisto, estamos a espera da cena.

USAUPLOAD

MEDIAFIRE

Angola
Jogo da Morte (Com Raf Tag & BZB)
Nosso Mundo (Cineditu & Magma)


XTYGMAS

| 0 comentários | domingo, 8 de fevereiro de 2009
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Já recebi os sons desse mano há algum tempo, mas não tenho tido tempo para postar no blog. Ouvi as cenas, curti e queria partilhar convosco. Os sons estão disponíveis em Usaupload e Mediafire, sintam-se a vontade para consumi-las...

USAUPLOAD
MEDIAFIRE

PRODUTORES ANGOLANOS

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Está na hora de olhar aqueles que estão por detrás dos grandes sucessos do rap angolano: os produtores.

Normalmente as pessoas dão mais atenção aos cantores e esquecem-se daqueles que dão alma às músicas, e por isso, decidi postar essa matéria. Farei referência a alguns dos melhores produtores do mercado, citando a label a que estão ligados e algumas músicas que lhes identificam.

Cá vamos nós:

CMC
Label: Black Ink
Referência: 3 ases (CMC Com Dji Tafinha & Big Nelo)

DH
Label: X-10 Records
Referências: Street Plume (Malefuck, Yung Dee, Xtremo Signo e Exkal Shine)
-Conftate (Maléfuck & Teachers do Flow)

Raiva
Label: Raiva Produções
Referências: Reeducação (Kid MC)
-Abre fogo (Raiva)
-Konvicção (Kool Klever & Dji Tafinha)
-Rápido (Zona 5)

Boni
Label: Diferencial Produções
Referências: Ponto de situação e Oceano de rivais (Mc K)
-Não adianta e Feliz aniversário (Kid MC)

Flagelo Urbano
Label: Zoológico Produsons
Referências: Responde (Pensa Bem) (Phay Grand)
-Vítima do sensasionalismo e Atrás do Prejuízo (Mc K)

Mad Contrário
Label: X-10 (?)
Referências: Verbalização (Kool Klever & Da Bullz)
-Não Mudamos & Soldados Civis (Kalibrados)
-Vamos ir aonde? (Afroman)

Aires
Label: Bom Som
Referências: Me Aceita (Killah Hill)
Z.O.N.A. e Mobília do Club (Zona 5)
http://aires-franci.hi5.com/


Sandocan
Label: Army Music
Referências: Army de Volta, Crunk (Go! Go! Army)
Let's Go (Dani & Abdiel)

Bu Square
Label: Freakshino
Referências: Hardcore (Dji Tafinha & NGA)

Dji Tafinha
Label: Freakshino
Referências: Ela Só Dá Bandeira, Bombástico, Break It Down, K.O. (Dji Tafinha)

Kennedy
Label: Cérebro
Referências: Black Women (Remix) (Kool Klever & Kennedy)
-Isto Não É Hip Hop (Muralha)

Laton
Label: Mille Mambos
Referências: Bam Bri Bam (Kalibrados)
-Ninguém Nos Tenta (Polivalentes)
-La Conexion (Malefuck & Teachers do Flow)
-Banco de tras (Zona 5)

Leonardo Wawuti
Label: Wakuti Musica
Referências: Black Women (Kool Klever)

Tucho
Label: Todo Nível
Referências: Queres Tentar
- So Much More (Megga Fofo)

Tchoboli
Label: Bons Ventos Produtora
Referências: Anárquicos e Hatters (Kalibrados)
Mallaryah
Label: Wonderboyz
Referências: Angolan Dream Boy (Cage One)
-Caminhos (Kid MC)

Seguramente existem outros produtores bons e que não estão incluídos nesta lista, assim como músicas que referênciam os produtores acima citados e que não estão aqui, acontece que de momento já nada me vem à cabeça.

A PRODUÇÃO NO HIP HOP

| 1 comentários | sábado, 7 de fevereiro de 2009
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Pessoal, estive a deambular pela net e encontrei esse artigo que achei interessante...

O que é um produtor de Hip Hop? Obviamente, qualquer coisa é passível de ter muitas definições, mas em relação ao aspecto da produção num contexto Hip Hop penso que há vários pontos com que toda a gente concorda. Mas vamos por partes.

O Hip Hop nasceu quando os DJs pioneiros começaram a usar duas cópias do mesmo disco para cruzarem breaks e manter a batida constante na pista de dança. O facto de pouco depois terem surgido os primeiros MC’s a darem rimas em cima dessa batida fornecida pelo DJ garantiu ao Hip Hop, desde logo (estou a falar de há 30 anos!), um formato típico: O MC rimava em cima de pedaços de música alheia fornecidos pelo DJ. Nesse sentido, o produtor é o descendente directo do DJ.

Na primeira metade dos anos 80, porque ainda não havia samplers a preços acessíveis, o Hip Hop fazia-se de uma de duas maneiras: com músicos em estúdio, que imitavam velhas malhas de funk (como é o caso do clássico Rapper’s Delight dos Sugarhill Gang) ou então com algumas das primeiras caixas de ritmos, como a Drumulator (como foi o caso de gente como LL Cool J ou Run DMC). Só a partir de meados dos anos 80, com a chegada ao mercado de samplers como a SP 12 da EMU é que se começou a samplar e a produzir tal como nós hoje entendemos a produção.
Obviamente, os primeiros produtores (gente como Marley Marl ou Mark The 45 King) começaram por samplar os discos que tinham à mão, nomeadamente as colecções de discos dos pais que, tratando-se de negros dos boroughs de Nova Iorque, tinham muito funk e soul, naturalmente.

Os primeiros samplers tinham uma memória curtíssima, de apenas alguns segundos e por isso os samples usados até mais ou menos 1988/89 eram sempre curtos e incisivos, porque a tecnologia não dava para mais. Mas a partir dos anos 90, com a crescente popularização da revolução informática (e os samplers são, basicamente, computadores), os samplers começaram a vir munidos de maior capacidade de memória e por isso permitiam a utilização de loops maiores e de mais camadas de samples (sem isso o som típico dos Public Enemy não teria sido possível).

Claro que para terem material para samplar os produtores – que rapidamente esgotaram as colecções dos pais – tiveram que começar a procurar os seus próprios discos. Quanto mais raros melhor, claro: um disco que tivesse sido editado em 1969 e do qual só se tivessem fabricado 500 cópias numa pequena cidade do Texas teria menos possibilidades de ser descoberto por um advogado de direitos de autor em Nova Iorque do que um álbum de um artista muito popular que tivesse vendido muitos milhões. Para evitar os processos de direitos de autor que começaram a surgir no início dos anos 90, os produtores tiveram que mergulhar bem fundo nas lojas de discos para encontrarem discos obscuros que ninguém conhecesse e que pudessem samplar à vontade. Há quem chame a essa actividade o 5º elemento do Hip Hop e várias crews fazem disso o seu estilo de vida – Beatnuts, DITC (Diggin’ in the Crates), etc…

Ora muito bem, um sampler, escrevia eu, é basicamente um computador: um sampler permite recolher samples (amostras ou excertos) de discos ou de qualquer outra coisa que produza som (TV, instrumentos, voz humana…) e alinhá-los através de um sequenciador. E é exactamente isso que se faz com uma MPC – um sampler cuja sigla significa Music Production Center: retirar samples de onde se quiser e criar sequências, ou seja, definir qual o som que surge primeiro num tema, qual surge em segundo, etc. Daí o boom-boom-bap de uma batida: normalmente sampla-se o bombo e a tarola separados e depois cria-se a sequência que se quiser, acrescentado depois outros elementos de percussão (pratos, congas, etc…) ou loops de instrumentos (sopros, pianos, violinos, etc…)

Claro que isso pode-se fazer igualmente com os computadores, para os quais já existe hoje uma enorme variedade de software que imita os samplers. Mas enquanto o processamento num sampler é garantido por uma máquina profissional, muitas vezes, no caso dos computadores, a placa de som não garante os resultados desejados. Por isso é que uma boa placa de som pode chegar a custar tanto como um sampler: é que a tecnologia em ambos os casos é semelhante.

Portanto, armado com uma MPC (como Pete Rock, Dr Dre, ou D-Mars) ou com um computador (como 9th Wonder, por exemplo) pode-se começar a produzir. Mas, como explicava lá atrás, um produtor não pode ser apenas alguém que domine o lado técnico da questão (saber como mexer no sampler ou nos programas de computador): tem também que saber o que está a samplar para melhor dar a volta aos sons que sampla. Produtores como Pete Rock, Diamond D, Dr Dre ou DJ Premier, por exemplo, são autênticas enciclopédias no que aos discos diz respeito.

Por isso, procurar discos antigos em segunda mão é uma actividade tão importante para um bom produtor como aprender a dominar a sua ferramenta de eleição, seja ela a MPC (ou qualquer outro sampler em hardware como é o caso do descendente da Sp 12 que leva o nome de SP 1200) ou o computador e os seus samplers em software.

No lado técnico há várias questões a considerar: fazer apenas um loop de uma malha de guitarra ou uma melodia de piano é demasiado simples (embora possa igualmente resultar de forma superior - Rza, por exemplo, é um mestre nisso!). Um bom produtor, como DJ Premier, por exemplo, aprende a dar a volta a essa questão, inventando novas formas de samplar, cortando os sons de um loop e reorganizando-os de outra forma. DJ Premier foi um dos pioneiros desse estilo de produção conhecido por chopping (cortar). Um produtor tem que procurar sempre soluções inesperadas, seja por samplar um instrumento que ninguém estava à espera que fosse samplado (sei lá, quantas vezes é que já ouviram gaitas de foles em beats de hip hop?) ou por samplar um loop bem conhecido e dar-lhe uma volta diferente, programando as baterias (que normalmente obedecem ao tempo 4/4) de forma invulgar, enfim quebrando as regras. No fundo, o que eu estou a dizer é que um bom produtor é um verdadeiro músico, que conhece e entende a música, que a recria usando técnicas que só os verdadeiros músicos poderiam entender.

Claro que nos últimos anos surgiram – para evitar as leis de direitos de autor – vários produtores que em vez de samplarem discos antigos tocam eles mesmos as suas melodias ou ritmos. É o caso dos Roots, por exemplo. Mas essa é outra história.

Texto de Rui Miguel Abreu (Abril/2005)

APRENDA A ORGANIZAR UM SHOW - POST FINAL

| 0 comentários | segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
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O livro "Aprenda A Organizar Um Show" de Alê Barreto chegou aos seus capítulos finais e em vez de publicar apenas os últimos capítulos, preferi postar todo ele. Sendo assim bastará clicar nos links abaixo para baixa-lo.


Deixo-vos com a lista de capítulos para lembrar o que já foi publicado aqui. Espero que a partir de agora passemos a organizar melhor os nossos shows.


Um abraço.


# 01 - "Fazer a produção", que bicho é esse?"
# 02 - As etapas de produção do show
# 03 - Quando
# 04 - Onde
# 05 - Conhecendo o local
# 06 - Cronograma de atividades
# 07 - A equipe
# 08 - Necessidades de produção: músicos e técnicos
# 09 - Necessidades de produção: infra-estrutura
# 10 - Necessidades de produção: a equipe de produção
# 11 - Solicitações, autorizações e contratos
# 12 - Direitos Autorais
# 13 - Divulgação
# 14 - Custos e Sustentabilidade
# 15 - Sala de Produção
# 16 - Montagem de Palco e Cenário
# 17 - Montagem do Som e da Luz
# 18 - Montagem de Camarim
# 19 - Receptivo e Acompanhamento
# 20 - Credenciamento e Cortesias
# 21 - Bilheteria
# 22 - Passagem de som
# 23 - A cobertura do Show
# 24 - Segurança
# 25 - O show vai começar!
# 26 - Desmontagem do show – parte 1
# 27 - Desmontagem do show – parte 2


84% DISSE SIM À AZAGAIA

| 3 comentários | domingo, 1 de fevereiro de 2009
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Durante o mês de Janeiro 104 pessoas deram a sua opinião sobre a presença do rapper Azagaia em Angola. A esmagadora maioria, 84%, votou a favor, o que prova que estamos preparados para o receber.

Eu não vou dizer o que já foi dito antes, por isso, o texto que se segue, foi retirado do blog do Dino Cross, que não podia ser mais explícito.

"Muitos manos ligados ao mundo do hip hop receberam por e-mail um abaixo assinado onde os simpatizantes da música do rapper moçambicano Azagaia, solicitam a quem possa, investir num concerto de mesmo em Angola.

Com o intuito de dar maior divulgação a este apelo, e representando todos os que no e-mail abaixo assinaram, estamos a solicitar a quem possa, investir num concerto de Azagaia em Luanda. LS Produções, Republicano, Casablanca, Olavinho produções, empresários do ramo, anonimos com capital, Blogs, sites e etc.

Quem tiver possibilidades de apoiar, para alem de estar a dar um insentivo cultural ao hip hop angolano, estará a divulgar o seu nome num amplo mercado que é a comunidade hip hop lusófona e consumidores da musica RAP.

Não conheces azagaia Clique aqui e aqui também, ou vai ao google e escreva Azagaia, em minutos saberás porque estamos a fazer este apelo."
Azagaia - Obrigado de novo Pai natal

MEDIAFIRE

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Fechadas que estão as votações, o pessoal decidiu que o melhor site para hospedar as cenas do blog é o MEDIAFIRE. Dos 63 votos, 65% acharam que o Mediafire é melhor enquanto que os restantes 35% preferiram o Usaupload.

Mas nos últimos dias, surgiu a possibilidade de passarmos a hospedar as cenas nos dois sites, ainda não foi nada decidido, mas é uma opção que está a ser analisada vistos que há pessoas que não têm conseguido baixar s cenas pelo Mediafire.

Muito em breve terão novidades sobre este tema.

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