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THEY REALLY RUN MAPUTO

| 0 comentários | quarta-feira, 8 de julho de 2009
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"We Run Maputo" é o título do 2º cd dos Magnézia, grupo de Rap de Moçambique. A cena está praticamente pronta e a prova disto é a capa que já está aí. A previsão é de estar nas ruas dentro de 3 semanas e o lançamento deverá ser no Coconuts com participações de grande vergadura no Hip Hop Moz.

Como já haviamos anunciado anteriormente, a cena contará com participações de emcees angolanos, dentre eles estará o Cfkappa a representar a Cérebro Records e do pouco que já ouvi, "não vai se passar lá boa coisa"...

Fiquem atentos que em breve postaremos algumas músicas.

PACOTE DA SEMANA #5

| 0 comentários | segunda-feira, 6 de julho de 2009
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Depois de um tempo sem publicar o pacote semanal, eis que voltamos a normalidade. Esta semana trazemos as seguintes músicas:
>Lancelot - Boatos
>K9 - Gas
>Reptile & Abdiel - Dream Team
>Carbono & Slim Nigga - Estamos No Topo
>Magnézia - Meu Bolso (Remix)
>Kamau - Resistência (Part. Kl Jay & Carlus Avonts)
>Mr. Dino, Regulo, Dice, K9 ,Dygo, Mastah Bugless, FKay, Teknik, Hernani, Slim Nigga & LW -Ultimo Freestyle

Links para download: Usaupload - Mediafire

PASSO A PASSO

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Directamente da Bons Ventos Produtora para a net, trago-vos o single do V.C., antigo integrante do grupo "Flexíveis". O ficheiro inclui o video clip da música "Eu Vou Te Tirar (Remix Com Mister K)".

Baixem as músicas e apreciem.
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Links para download: Usaupload - Mediafire
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TulyMong

KARA BOSS

| 3 comentários | sábado, 4 de julho de 2009
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Eis a capa do novo single de Duas Caras, Kara Boss é o título e foi produzido no gXtudio por G2...
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Estará disponível para download via SMS a partir de 2ª feira, dia 6 de Julho. Para fazer o download, basta enviar a palavra: KARA BOSS para o número 99018 (qualquer das operadoras) e assim receber no teu telefone o single KARABOSS ! Ringtone e Wallpapers também disponíveis...A música do Duas Caras está agora a 1 sms de ti...
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Quando possível, a cena estará disponível aqui no blog.
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Fonte: Gpro Online

YOUTH KRIMINAL CREW

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Estava a procura de um álbum no meu HD e encontrei essa cena dos Youth Kriminal, a crew do Halloween. Curtam as cenas...

Tracklist:
01. Supremo
02. Movimento (Com Allan)
03. Se Vocês Falam (Com Fundação)
04. Criolos (Freestyle)
05. Liricfreestyle
06. Mente Perturbada
07. Improvisos (Com ODC Warriorz)
08. Kriminal (Pina G)

Links para download: Usaupload - Mediafire

SHOWS FOOTMOVIN'

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Próximas datas NBC
3 Julho, Aveiro - Travessa do Rossio - Semana da Juventude “Juv.Move” - 23h30
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5 Julho, Festival Delta Tejo - Palco Principal - Palco Delta - 20h00
11 Julho, Festival “Movimento Hip Hop” (vagos)
17 Julho, NBC, Sam The Kid, e New Max com Orquestra Nacional do Porto @ Casa da Musica
7 Agosto, Lourinha

Próximas datas XEG
4 Julho - XEG - FNAC Coimbra - 22h00
* XEG não vai estar no evento da Interpress - 4 elementos do HIPHOP, porque nunca confirmou e apesar disso colocaram no Cartaz.

Próximas datas Cacique97
Fnac Colombo dia 04 de Julho, 22h00
Festas do Almonda - Torres Novas (Jardim das Rosas) - 8 julho
Fnac Chiado dia 11 de Julho, 18h30
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Proximas datas Tekilla
10 Julho - REEBOK SECRET WARS Party, Rua do beato n.30; 22h00
+ Violet, Mosaik, Leg Crew vs Monorex
Fnac Algarve dia 18 de Julho, 17h00
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Mais datas:
4 Julho - Espaço Interpress - Bairro Alto
Verbal, Sir Scratch, Bob Da Rage Sense, Capicua…

A PALAVRA "NIGGER"

| 5 comentários | quinta-feira, 2 de julho de 2009
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Alguns jovens que dentro e fora do nosso país procuram exprimir as suas opiniões e mensagens ou experiências de vida, através do estilo de musica “Rap” usam a palavra ‘’’Nigger ou nigga’’, sem se darem conta (provavelmente) de estarem a perpetuar uma suposta característica rácica negativa do homem Africano. Para fazer uma retrospectiva sobre este epíteto (Nigger /niga), interessa recordar a origem desta palavra.

No período mais sombrio da discriminação dos povos Africanos/pretos, esta palavra foi usada para descrever os povos deste continente como sendo: Brutos desprovidos de intelecto humano respeitável, animais sexuais, intelectualmente atrasados, homem/mulher perpectuamente-criança, negligente da sua família biológica. Todos estes atributos negativos, foram associados na palavra “Nigger ou nigga”. A etimologia da palavra Nigger (nigga) pode ser traçada no latin (Nero), significando preto. O latin Nero tornou-se substantivo negro (pessoa negra). No Francês moderno, Niger começou a chamar-se de negre e mais tarde, négresse (mulher negra). Todos estes nomes faziam parte do léxico histórico.

Esta palavra Nigger (Niga) é por isso pejorativa. No Inglês que antecedeu o actual, as variantes eram: negar, neegar, neger e niggor – que se desenvolveu para um léxico semântico paralelo na mesma língua. Supõe-se que nigger (niga) resulta da pronunciação errada da fonética, pelos Euro-Americanos (brancos) do sul dos Estados Unidos da América. Mas não importa a sua origem, o que vale aqui realçar é que este epíteto foi firmemente definido como palavra negativa, pois era/é usada para descrever negativamente os povos Africanos/pretos. Dois séculos depois, esta palavra representa o símbolo do racismo branco.
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O que na maior parte do tempo, alguns jovens com talento artístico omitem levar em linha de conta, é que tudo que é negativo, é pintado de negro e isso não é/foi um acaso: Mercado negro (mercado ilegal); dia negro (dia triste); Zwarterijders [passageiro preto!] (passageiro dentro dum autocarro ou trein, tram ou metro, sem titulo de transporte - em Holandês), magia negra, a cor do diabo é preta, blackmail (chantagem), denegrir (rebaixar, desvalorizar) … etc., etc. E agora o inverso: A pomba da paz é representado pela cor branca, e mesmo nos Dicionários - o branco é definido como: Puro, ingénuo, imaculado, pacífico, divino etc. A esse propósito, no seu último livro, Tavis Smiley*1 escreveu: ‘‘As palavras têm significado – elas não são arbitrárias – as palavras têm poder – as palavras podem conter a força de amor ou de ódio’’.

Por estes motivos, a palavra Nigger (niga) foi (é) usada para justificar o desprezo dos Africanos, duma maneira precisa (o homem/mulher preto/a). Seja quando é usada como substantivo ou adjectivo, ela reforça o estereotipo que descreve o Africano como um sub-humano.
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Neste contexto, por esta palavra ter sido importada do estilo dos artistas (Rappers) Afro-Americanos, seria sensato os nossos rappers se situarem no tempo e espaço. Em Novembro de 2006, verificou-se uma polémica nos U.S.A. sobre o uso desta palavra “Nigger” pelo comediante, Michael Richards, que depois de ter perdido o seu temperamento no palco, chamou alguns assistentes Afro-Americanos de “niggers” por estes aparentemente exprimirem objecções durante a apresentação do seu monólogo cómico na plateia. Ele chamou nomes a dois jovens Afro-Americanos ao dizer :
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“Estes niggers têm sorte, porque se eles tivessem que fazer estas objecções nos anos ‘50, vos enforcava como bestas’’- (com estes termos, este comediante referia-se aos linchamentos de pretos nos Estados Unidos da América, no referido período). Usou igualmente termos explícitos para querer dizer que os pretos não passam de sub-humanos. Estes e outros epítetos eram usados com mais frequência contra a Diáspora Africana (e não só) nas décadas de … 40, 50, 60, 70 e mesmo 80. (…).

Como punição, este comediante, não somente pediu perdão publicamente na televisão, como também foi obrigado a reencontrar-se com os dois jovens a quem dirigira os tais insultos, para duma certa maneira ser perdoado pela comunidade Afro-Americana, e isso depois de ter pedido perdão aos líderes da comunidade, os Srs. Al Sharpton e Jesse Jackson.
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Verifica-se por isso, actualmente na comunidade Afro-Americana, uma mobilização, para obrigar as instâncias superiores do país, a classificarem esta palavra como ‘Hate word’ (palavra que excita ao ódio) para fazer com que alguém que fosse ouvido a usar o mesmo epíteto, seja punido judicialmente.
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Das muitas personalidades actuais de peso na sociedade Americana envolvidas na luta para a abolição deste epíteto, destaca-se a Sra. Oprah Winphrey! E foi criado para o efeito um website (abolishthenword.com), onde na sua página de introdução desfilam as imagens horrendas de vítimas de racismo, com o texto a fazer lembrar o visitante: ‘‘Every black person who was murdered by lynching was (probably) called Nigger first. … So, why use this word now?’‘ (Toda pessoa preta morta no linchamento foi [provavelmente] chamada de ‘Nigger’ antes de o matarem. Então, sabendo da historia desta palavra, porque usa-la mais, agora?).
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É importante recordar, que o respeito que se pode esperar dos outros povos depende de nós mesmos. Fica por isso incompreensível se exaltar quando um branco chama um Africano de ‘nigger’, e ao mesmo tempo não chamamos a razão os nossos “poetas/artistas” que não param de promover o mesmo epíteto. Os membros da nossa sociedade residentes dentro ou fora do país, com talento artístico, peritos na improvisação de rimas em fim… com dons de transmitirem as suas opiniões, as suas experiências de vida através da música rap, deveriam pautar pela originalidade e mais respeito pelo percurso da nossa existência como povo digno de respeito e admiração.

Como escreveu um dos grandes homens, Frederick Douglass:“…Onde a ignorância prevalece e onde uma classe de gente sentir que a sociedade é uma conspiração organizada … para degradar as outras pessoas, correm-se os riscos de um mau relacionamento entre elas”.
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Conclusão: Parar com esta forma de denominar e considerar a pessoa não branca, é honrar a nossa história, é respeitar a memória colectiva, evitando desta maneira banalizar as humilhações a que foram submetidos os nossos antepassados e em última instância é valorizar a história heróica dos nossos povos.

"Autor Desconhecido"

FESTIVAL EIXORAP

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REVIEW: DMG - VITÓRIA

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O pessoal do blog The Backup Unit começou a fazer reviews de álbuns moçambicanos e na sua primeira edição, o escolhido foi o álbum Vitória de DMG. Curtam a cena.

Quando soube do título deste álbum a primeira pergunta que me veio a cabeça foi, “Sera? Vitória é um título muito ambicioso”, e lá fui eu ligar o botão que dizia “play”.
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Logo na primeira faixa o “Analisado” explica-nos a vitória dele, um bom beat diga-se, 7Cruzes tratou de comandar o início desta viagem que já já vos conto.
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DMG foi excelente nas escolhas para o álbum. Produtores lendários, convidados de elite, campanha promocional cativante com um vídeo também fora do normal e bom, e tudo isso já se notava antes mesmo de escutar o álbum. Faltava apenas escutar o caril que surgiu de todos estes ingredientes juntos numa caixa de CD desenhada por gente que não vale à pena mencionar(hehehehehehe) que custa 200 meticais (se não me engano) com um CD com 15 faixas dentro...resultado? Bom caril este!
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Logo à seguir ao Intro que é uma daquelas músicas que te faz aumentar o volume para ouvir o resto, somos presenteados com “Hot”, o tipo mostra-nos o que é uma festa das boas, com Bacardi e tudo mais e com a excelente Odete nos coros (uma voz que é já conhecida, mas não famosa, a lendária corista de “Vidas positivas” de Mr. Arssen, uma voz que realmente merece palmas) a daBomb é a orquestra, é só dançar! Ainda vamos na segunda faixa já nos parece que podemos classificar o album, mas o DMG não fica por festas e amor ao Hip Hop apenas, o rapaz se declara com ajuda do Ace Nells, mostra que tem amor para dar e que não ignora o sex appeal da coisa em “Calor da Noite”.
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Letras simples, abordagem natural (sem mentiras que representam uma vida que não é a dele), uma habilidade que considero aceitável com as palavras, mas que por vezes deixa-nos sem perceber o que ele quis dizer por causa dos elementos “Delivery” e “Dicção” que são fracos as vezes. Fiquei com a impressão de querer mais talento por parte dele a repar, temos altos e baixos nos skills do nosso réu mas no final do dia não se salta nenhuma música por isso e temos a certeza que no próximo assalto ele nos irá convençer a 100%.
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DMG fez um album completo (coisa muito difícil nos dias que correm), há de tudo aqui, músicas para rádio, para discotecas, para as ruas, e o melhor de tudo é que todas elas podem-se escutar em casa por um bom tempo. Vai-se do calmo ao agressivo, do comercial ao puramente underground (perceba-se correctamente underground, que não se confunda com Hardcore). Temos aqui um leque de convidados muito recheado, vamos de cantores como Ace Nells, Juty, Herminio, Odette, Isabel Novela, à rappers como Real Vice, Azagaia, Simba, Iveth, Hernani, Cold Man, os angolanos Negro Bué e Boy G, uma verdadeira festa de artistas. Os temas são vários e todos eles com a sua devida importância, mas fiquei tocado com a perfeição de um dos sons, Dia Para Esquecer com Isa Novela, fantástico!


Resumindo, este é um album completo, diversificado, cheio de convidados de peso (cheio mesmo, dá a impressão que faltam mais sons sem colaboração, apenas DMG), os beats estão no ponto e o DMG esteve lá. Bom, muito bom.
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NOTA
7.5/10

NAÇÃO HIPHOP BXL

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Nação Hiphop BXL é um programa de Hip Hop em português, emitido a partir de Bruxelas (Bélgica) todas as sextas-feiras a partir das 23 horas até a meia-noite, na Rádio Alma 101.9 FM.
Todas as semanas um artista de Hip Hop é contactado para fazer uma pequena entrevista em directo. Artistas como Makkas, Tamin, DJ Cruzfader, Raptor, entre outros, já passaram pelos microfones da Nação HipHop BXL.

Podem ouvir as emissões no blog http://nacaohiphopbxl.blogspot.com

IMPAKTO VOL. 2

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Link para download: Megaupload

"EU SOU MAU"

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Dji "Wolf" Tafinha está de volta e desta vez na Army Music. O artista que detém neste momento 3 álbuns no mercado (Noites Em Branco, Preto No Branco e Hardcore) está agora a trabalhar naquele que será o seu 4º álbum de originais, de momento sem título, sob a supervisão de Sandocan, da Army Music.

Podem encontrar abaixo a sua nova música do Rapaz Maravilha, produzida por Sandocan.

Links para download: Usaupload - Sharex

REBEL ALLIANCE WORLDWIDE

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Xtygmas continua no activo e a prova disso são estas duas faixas que trago hoje para download e que farão parte do álbum Repvolução. Bom proveito

01. 21 Horas
02. Quando É Que Me Vais Compreender?

Links para download: Usaupload - Mediafire

COMÍCIO PÚBLICO (MICRO 2)

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PROJECTO FIRME

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Projecto firme é um projecto Moçambicano ideializado por Enigma no ano de 2008, como forma de enaltecer a cultura de rua. Os integrantes do colectivo são oriundos de vários grupos da periferia da cidade de Maputo, tais como Tunel Produções, Versículos, Coligação Urbana e Metropolitanios, representando os Bairros de Hulene, Polana Canico, e os restantes na sua maioria no Bairro de Mavalane.
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Integram o referido projecto os seguintes emcees: Enigma, Morbido, Meia Carga, Smal P, Akuncada, Keino, Floid, Jango, Uivo, Urbano, Hematonse, Eftigma e Tchumen.

Para mais info consultem:
www.myspace.com/firmeprojecto
www.myspace.com/enigmabeatmoz
00258 823867151/ 00258 844458345/ 00258 820220180

Links para download: Usaupload - Mediafire

 

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